“[...] um país como o nosso, de individualistas amorfos, quando não de energúmenos sempre prontos a deixar-se mobilizar pelo primeiro camelô que aparece. Principalmente quando o camelô usa vestes berrantes, ou vende as virtudes miríficas da propaganda política. Pois foi dentro desse nosso meio, cético e superficial ou de crendices ainda mais superficiais, que apareceu, e até hoje se mantém, o Grupo Frente [...]” (Mário Pedrosa, crítico de arte, em texto de 1955 sobre o Grupo de Frente, publicado no livro Acadêmicos e Modernos, organizado por Otília Arantes).